Post da minha amiga Meia Silva (mais do que amada) que achei legal e, após lhe pedir permissão, decidi publicar aqui.
terça-feira, 12 de março de 2013
Por que é tão difícil deixar alguém partir?
Post da minha amiga Meia Silva (mais do que amada) que achei legal e, após lhe pedir permissão, decidi publicar aqui.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Rio de Janeiro
Aproximando o horizonte, exsurge o Cristo Redentor de braços abertos recepcionando todos os que pela primeira vez visitam a Cidade Branca. Do alto da corcovada montanha, encimando 710 metros de altitude, despeja sobre o leito do Rio a benção para todos os que nele se espelham, a reflexão para aqueles que questionam – a si ou à vida – ou a alegria aos que já encontraram suas respostas e simplesmente vivem.
Nas ruas caminham paixões e apaixonados, gente de toda sorte que, considerando-se com sorte, sorriem e trabalham para por um sorriso em todo passante. O Rio de Janeiro continua lindo, já dizia a música. Não sei se lindo, mas simpático, cordial e receptivo, sem dúvida. Do gari ao motorista de ônibus, são todos solícitos: “Hotel IBIS?! Po dexá que te deixo na rua em frente, daí é só seguir a pé que não tem erro...”; “Pão-de-Açúcar?! Cê pega uma integração até Botafogo, de lá sobe e pega o 107 que chega rapidinho...”. E tal como os que vão a Roma, seguimos conhecendo o Rio de Janeiro.
Naturalmente dividida, aquela cidade, que só é Branca para quem a visita pela primeira vez, exala uma união típica de torcida de futebol: desmedida e emocionada. Fale mal do Rio, mas não fale mal na frente de um carioca. É compreensível o ufanismo. Seja do alto do Pão-de-Açúcar ou do ainda mais alto Corcovado, o que se vê é um espetáculo de belezas naturais cuja concepção só pode ser atribuída à intervenção divina: ilhas, lagos, mares, árvores, florestas, picos, pássaros, todos em perfeita harmonia.
A harmonia do Rio só é quebrada pela espécie dominante. Ela constrói, ergue, admira e se orgulha... e constrói, ergue, admira e se orgulha... e constrói, ergue, admira e se orgulha... E não é assim em todo lugar? É. Mesmo distorcendo as maravilhas criadas pela Natureza, este ser orgulhoso toma o cuidado de olhar com humildade para aquilo do que faz parte. Talvez eles disfarcem, mas lá no fundo sabem que são apenas um pequeno grão ocupando tal espaço e que, mesmo sem ele, e talvez até melhor sem ele, este espaço prosseguirá em esplendor eterno até que seu Criador decida que ele já deslumbrou seres suficientes durante sua existência e que agora é o momento de ceder seu lugar para outra obra de igual ou superior magnitude.
Confesso que me decepcionei com o que vi. Aliás, não com o que vi, mas com a perspectiva que tinha do que veria. Falaram tanto do Rio, mas tanto, tanto, tanto, que achei que, ao chegar, seria acometido por uma visão equivalente à do paraíso e me tornaria iluminado! É claro que estou exagerando... De fato não retornei encantado do Rio de de Janeiro. Talvez porque o visitei em abril. Afinal ele é o Rio de “janeiro”. Piada infame, eu sei.
A despeito de não ficar impressionado, compreendi de forma contundente de onde provém seu encanto e aceito agora, de bom grado, quem por aquela terra está encantado.
Até logo, Rio de Janeiro, espero visitá-lo em breve.
Falou.
domingo, 12 de dezembro de 2010
Pé na Estrada

Seus pés são muito importantes! Já pensou nisso? Numa viagem do tipo mochila-nas-costas essa importância dobra ou triplica. Por que? Bom, o esquema é baixar custos, então andar a pé é sempre uma opção. Na verdade, andar a pé é a primeira opção. Em casos excepcionais, cogita-se outro meio...
Dada a relevância da extremidade inferior das pernas, é fundamental escolher um pisante descente. Entenda-se por descente o seguinte: confortável, resistente, esteticamente neutro e impermeável.
Minha opção foi uma bota Timberland feita com Goretex, que é o tal do tecido impermeável. Muito boa, não fez calo e não causou qualquer tormento, fora o chulé, que já é mais culpa do pé e seu dono do que propriamente do calçado.
Aí vai uma foto dela. O post é curto, mas relevante, e fica o recado: vai viajar, cuide bem dos seus pés.

Preço: R$ 320,00, aproximadamente. Comprei na Centauro. Não sei se dá para encontrar mais barato. Até agora estou satisfeito, apesar de eu não saber se o produto vale o que estão cobrando por ele.
Falou.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Pé na Estrada

Chega de preguiça! Voltemos a escrever...
Preparação.
Não planejei a viagem. Um belo dia, voltando de um treino, encontro com um grande amigo no meio da rua. Ele estava dentro do carro parado no sinal e eu passando de bicicleta quando: Ei!! E aí?! Tudo bom?! Como vão as coisas?! bla, bla, bla, etc... Na curta conversa que tivemos ele disse que estava indo para o Uruguai no dia 21 de agosto e me convidou para ir junto. Eu disse que ia pensar.
Pouco tempo depois, estávamos trocando e-mails combinando aonde ir, o que ver e como fazer o que íamos fazer. Essa parte não deu muito trabalho. Ele já vinha planejando essa viagem há algum tempo e eu, basicamente, só aderi ao que ele propôs. A minha preparação mesmo consistiu em comprar um monte de coisas que eu não tinha e que ia precisar.
A primeira delas é o mochilão. Como pratico esportes de aventura, confiei que saberia escolher uma mochila de qualidade e que atendesse às minhas necessidades. Fico feliz em dizer que de fato acertei. A minha opção foi uma Nautika Laguna 60. Ela tem capacidade para 60 litros, 3 bolsos auxiliares com ziper, sendo dois em cada lado e um no topo, 2 bolsos auxiliares sem ziper, um em cada lado na parte inferior, além do muito útil acesso ao bolso principal pelas duas extremidades.
A mochila é essa da foto (exatamente essa, aliás, até as cores). Não dá para ver, mas ela possui fechos na barriga e no peito. A barrigueira possui também 2 pequenos bolsos com ziper. Extremamente importantes esses acessórios na mochila (os fechos acima mencionados), pois o peso carregado nela é elevado e esse sistema retira o peso exclusivamente dos ombros, distribuindo-o pelo tronco, o que torna seu uso mais confortável.A mochila é boa e custou em torno de R$ 140,00 reais na Casa Campos aqui em Fortaleza.
Amanhã continuo com os demais itens adquiridos. É que tenho que ir dormir, pois amanhã acordo às 4 da manhã para ir treinar.
Falou.
